
Em 1966, o Iate Clube de Brasília sediou o primeiro campeonato da Classe Pinguim, um marco importante para a vela no clube. Esse período foi marcado pela inovação, impulsionada pelo velejador e sócio John Aune, que liderou a fabricação de 30 embarcações da Classe Pinguim.
Utilizando madeiras do cerrado, os barcos ficaram mais leves e ágeis, proporcionando um melhor desempenho aos velejadores do clube. Essa melhoria na construção naval elevou o nível da competição e fortaleceu a presença do ICB no cenário da vela.
O impacto dessa inovação foi além das águas do Lago Paranoá: com um barco mais competitivo, o talentoso velejador Cristiano Rocha Miranda Pontes brilhou internacionalmente, conquistando o título mundial da Classe Pinguim em New Jersey, Estados Unidos. Essa vitória consolidou o nome do Iate Clube de Brasília como uma referência na modalidade e destacou o talento de seus velejadores no cenário global.