Sem Título, de Humberto da Costa, captura a serenidade e o movimento dos barcos, transformando o cotidiano marítimo em poesia visual. A técnica do óleo sobre tela confere profundidade às cores e texturas, sugerindo a luz refletida sobre a água e a leveza das velas ao vento.
A ausência de título reforça a liberdade interpretativa: cada observador pode sentir a obra como uma paisagem serena, uma lembrança de viagem ou uma cena imaginária de contemplação náutica. A composição, embora compacta, apresenta um equilíbrio cuidadoso entre forma, cor e perspectiva, transmitindo a sensação de paz e de silêncio que só o contato com o mar pode proporcionar.