Nesta obra, Antônia Célia apresenta uma interpretação cubista das flores, explorando a fragmentação das formas e a multiplicidade de pontos de vista. Pétalas, folhas e caules se organizam em planos geométricos que se sobrepõem, criando uma composição marcada pelo ritmo e pelo equilíbrio visual.
A construção da imagem convida o olhar a percorrer diferentes ângulos e relações entre forma e espaço, revelando movimento e profundidade na estrutura da obra. A natureza é reinterpretada por meio de uma linguagem moderna, que valoriza a síntese e a abstração.
“Flores em Cubismo II” propõe uma leitura sensível e contemporânea do tema floral, estimulando a observação atenta e a interpretação subjetiva. A obra celebra o encontro entre geometria e expressão artística, transformando a flor em forma e conceito.